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Crianças e adolescentes em transição de modalidade de atendimento. Deixe o seu contato e a equipe retornará. infantojuvenil@sersaudemental.com.br
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Terapia em grupo para praticar o que só se aprende com outras crianças

Os Programas Ser são ciclos em grupo, com número definido de encontros e um objetivo por ciclo. Convivência, atenção, regulação e autonomia são habilidades que só aparecem inteiras quando há outra pessoa na sala.

A entrada em um programa é indicação da equipe, a partir da avaliação. Não é um serviço avulso a contratar.

  • Seis programas, cada um com sua faixa etária
  • Ciclo com começo, meio e devolutiva
  • Conduzido pela mesma equipe do acompanhamento
  • Lago Norte, Brasília

O que é terapia em grupo

Algumas habilidades só existem entre pessoas

Esperar a vez, entrar em uma brincadeira que já começou, lidar com o não, dividir o material que acabou. Nada disso se aprende sozinho em uma sala com um adulto. O grupo é o lugar em que a habilidade é praticada com quem ela vai ser usada de verdade: outras crianças.

O programa em grupo soma ao acompanhamento individual. Ele não entra no lugar dele.

Cada programa é um ciclo fechado: um objetivo, um número definido de encontros e uma devolutiva no final. Não é uma sessão que se repete sem prazo nem uma atividade para ocupar a agenda.

As turmas são formadas por idade e por objetivo de trabalho, e não por diagnóstico. Duas crianças com o mesmo laudo podem estar em programas diferentes, e é a avaliação que diz qual faz sentido para cada uma.

Dois dos programas não são para a criança. Um é para pais e cuidadores, outro para irmãos: quem divide a casa com a demanda também precisa de um espaço próprio.

Cubos de madeira empilhados, com uma mão colocando mais um no topo

Os Programas Ser

Seis programas, seis objetivos diferentes

Cada programa tem faixa etária, objetivo e formato próprios. Qual deles entra, e quando, sai da avaliação e do plano terapêutico da criança.

6 a 12 anos

Ser Convive

Esperar a vez, dividir, entrar e sair de uma brincadeira e resolver um conflito sem que aquilo custe caro. É a queixa que mais aparece nos relatos da escola.

Formato
Grupo de até 6 · 12 encontros semanais
Conduz
Psicologia
Como acompanhamos
Habilidades sociais, com os mesmos instrumentos usados na avaliação
7 a 14 anos

Ser Foco

Sustentar a atenção em uma tarefa, organizar o material e construir uma rotina de estudo que a casa consiga manter em dia de semana comum.

Formato
Grupo de até 6 · 12 encontros semanais
Conduz
Psicologia e Neuropsicologia
Como acompanhamos
Funções executivas e o que a escola relata ao longo do ciclo
3 a 8 anos

Ser Movimento

Regulação, coordenação e o brincar em grupo, na sala sensorial. O corpo entra antes da conversa, que é como essa idade aprende.

Formato
Grupo de até 4 · ciclo de 12 semanas
Conduz
Terapia Ocupacional
Como acompanhamos
Perfil sensorial e motor, pelos protocolos da própria avaliação
4 a 10 anos

Ser Rotina

Vestir, comer, cuidar de si e dar conta das tarefas do próprio dia. A autonomia que reduz o número de vezes em que alguém precisa estar ao lado.

Formato
Grupo de até 6 · ciclo de 12 semanas
Conduz
Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia
Como acompanhamos
Autonomia nas atividades de vida diária
pais e cuidadores

Ser Junto

Manejo de comportamento, rotina e crise dentro de casa, com quem vive a situação. Sem culpa e sem transformar a casa em extensão da sala de terapia.

Formato
Grupo de até 10 · 8 encontros quinzenais
Conduz
Psicologia
Como acompanhamos
O que a família consegue sustentar na rotina, conversado a cada encontro
7 a 14 anos

Ser Irmãos

Um espaço próprio para quem divide a casa com a demanda e raramente tem onde falar sobre isso. O irmão não é ajudante de terapia.

Formato
Grupo de até 8 · 6 encontros mensais
Conduz
Psicologia
Como acompanhamos
A percepção da própria família sobre a convivência em casa

As turmas são formadas por idade e por objetivo, não por diagnóstico, e o número de vagas por ciclo é o tamanho do grupo. [PREENCHER: como funciona a fila de espera e a abertura de novas turmas]

Quem conduz

Os grupos são conduzidos pela mesma equipe do acompanhamento

Quem conduz o grupo é profissional da área responsável por aquele objetivo, e conversa com quem atende a criança individualmente. É isso que impede o programa de virar um serviço paralelo, que não sabe o que o outro está trabalhando.

  • Psicologia
  • Neuropsicologia
  • Terapia Ocupacional
  • Fonoaudiologia

O responsável técnico e o registro profissional da unidade ficam no rodapé desta página.

Quando o grupo faz sentido

Situações em que a equipe costuma indicar um programa

Nada aqui é regra. A indicação sai da avaliação e do momento em que a criança está.

A queixa aparece na convivência

A escola relata conflito com colegas, dificuldade de entrar em uma brincadeira ou de sustentar um combinado quando há outras crianças em volta.

A habilidade existe na sessão, mas não fora dela

A criança faz no atendimento individual o que não consegue fazer no recreio. Falta justamente o contexto em que aquilo vale.

Estudar virou o nó do dia

Material, tarefa e tempo de estudo consomem a casa inteira todos os dias, e a cobrança já não muda o resultado.

Brincar em movimento é difícil

Correr, subir, esperar a vez no balanço: o corpo em grupo desregula antes de a brincadeira começar.

A família quer estratégia, não só explicação

Os responsáveis já entenderam o diagnóstico e querem saber o que fazer na hora exata em que a situação acontece.

O irmão também carrega a rotina

Quem divide a casa com a demanda costuma ajustar a própria vida em silêncio, sem ter onde falar sobre isso.

Uma criança pode estar em várias dessas situações e ainda assim não ser o momento de entrar em um grupo. Quem define é a equipe, junto com a família.

Como funciona aqui

Do encaminhamento ao fim do ciclo

O programa tem começo, meio e fim. Essa é a diferença entre um ciclo terapêutico e uma atividade que se repete sem prazo.

  1. Etapa 1: Indicação da equipe

    O programa é indicado a partir da avaliação e do plano terapêutico. É a avaliação que mostra qual objetivo está pronto para ser praticado em grupo.

    Depende do caso

    Quem já faz acompanhamento individual aqui costuma entrar direto na etapa seguinte. Quem vem de fora passa antes pela avaliação da equipe.

  2. Etapa 2: Conversa com a família

    Antes de entrar, os responsáveis conhecem o objetivo do ciclo, o número de encontros, o tamanho do grupo e o que será trabalhado.

    Depende do caso

    Nos programas de pais e de irmãos, essa conversa é com quem vai participar dos encontros.

  3. Etapa 3: Formação da turma

    O grupo é montado por idade e por objetivo de trabalho, respeitando o número máximo de participantes daquele programa.

    Depende do caso

    A abertura de uma turma depende de haver participantes com idade e objetivo compatíveis. [PREENCHER: prazo médio de espera por turma]

  4. Etapa 4: Os encontros

    Sessões conduzidas por profissional da equipe, nas salas do próprio centro. Cada encontro tem estrutura e objetivo, e não é tempo livre entre crianças.

    Depende do caso

    Frequência e duração mudam de programa para programa: há ciclos semanais, quinzenais e mensais.

  5. Etapa 5: Devolutiva e continuidade

    No fim do ciclo a família recebe o que foi observado, e a decisão é tomada junto: repetir, mudar de programa, seguir só no individual ou encerrar.

    Depende do caso

    Repetir um ciclo não é o caminho automático. Sair do grupo também é resultado.

O que orienta os grupos

  • Grupo pequeno: cada programa tem um número máximo de participantes, e ele não é esticado para caber mais um.
  • Objetivo antes do diagnóstico: as turmas são formadas por idade e por objetivo de trabalho.
  • Soma, não substitui: o programa entra junto com o acompanhamento individual, e não no lugar dele.
  • Ciclo com fim: número definido de encontros e uma devolutiva à família no final.
  • Sem promessa de resultado: a evolução é acompanhada com os instrumentos da própria avaliação, e é sempre individual.
Blocos de madeira clara espalhados sobre uma superfície

O que a família recebe

A família participa do ciclo, não só do resultado

O que a criança pratica no grupo precisa fazer sentido na casa e na escola. Sem isso, o ciclo termina dentro da sala.

O objetivo do ciclo por escrito

Qual programa, o que ele trabalha, quantos encontros tem e o que a equipe vai observar ao longo dele.

Devolutiva ao final

Uma conversa sobre o que a criança sustentou no grupo e o que ainda depende de apoio de um adulto.

Estratégias para a rotina de casa

O que dá para sustentar no dia a dia da família, em vez de uma lista de tarefas que ninguém consegue cumprir.

Um programa pensado para os responsáveis

O Ser Junto existe para isso: manejo de comportamento, rotina e crise, discutidos com quem vive a situação todo dia.

Perguntas frequentes

O que as famílias perguntam sobre os grupos

Meu filho precisa fazer terapia individual aqui para entrar em um programa?
A entrada depende de uma avaliação, não de já ser paciente daqui. Crianças acompanhadas no centro entram a partir do próprio plano terapêutico. Quem vem de fora passa antes pela avaliação da equipe, porque é ela que mostra qual programa faz sentido e em que momento.
O grupo substitui a sessão individual?
Não. São coisas diferentes e costumam andar juntas. Na sessão individual a habilidade é construída no ritmo da criança. No grupo ela é praticada com outras crianças, que é onde ela vai ser usada. Um programa nunca entra como economia de sessões.
Quantas crianças ficam em cada grupo?
Depende do programa. Ser Movimento reúne até 4 crianças, Ser Convive, Ser Foco e Ser Rotina até 6, e Ser Irmãos até 8. O Ser Junto, que é para pais e cuidadores, recebe até 10 participantes. Esse número é o limite da turma e não é ampliado para encaixar mais alguém.
Quanto tempo dura um programa?
Cada programa tem um número definido de encontros, de 6 a 12, em ritmo semanal, quinzenal ou mensal conforme o objetivo. Os ciclos de criança costumam durar cerca de 12 semanas. Ao final há uma devolutiva, e a continuidade é decidida ali, com a família.
Existe programa para os pais? E para os irmãos?
Sim, os dois. O Ser Junto é para pais e cuidadores e trabalha manejo de comportamento, rotina e crise dentro de casa. O Ser Irmãos é para irmãos de 7 a 14 anos e existe porque quem divide a casa com a demanda também precisa de um espaço próprio para falar.
Como sei se meu filho está evoluindo no grupo?
A equipe acompanha o ciclo com os mesmos instrumentos usados na avaliação, conforme o objetivo de cada programa, e registra o que a criança sustentou nos encontros. Isso é conversado na devolutiva ao final. Evolução é sempre individual: nenhum programa promete um resultado igual para todo mundo.
Convênio cobre terapia em grupo?
Entre em contato com a nossa equipe para verificar a cobertura e as condições de atendimento para o seu plano de saúde. A terapia em grupo entra na indicação do médico como qualquer outra modalidade, e a resposta vem antes de qualquer agendamento.

Estas respostas são orientação geral e não substituem uma avaliação. Cada criança é avaliada individualmente. [PREENCHER: convênios credenciados e cobertura de terapia em grupo] [PREENCHER: se crianças acompanhadas em outro serviço podem entrar em um programa]

Agendar avaliação

Converse com a equipe sobre o grupo certo

Deixe seu contato e a equipe retorna para entender o caso, explicar os programas e dizer se o grupo faz sentido agora.

WhatsApp
(61) 3468-5700
Endereço
St. de Habitações Individuais Norte CA 11 - Lago Norte, Brasília - DF, 71503-511 - Sala 206A
Horários
Segunda a Sexta-Feira