Esperar a vez, entrar em uma brincadeira que já começou, lidar com o não, dividir o material que acabou. Nada disso se aprende sozinho em uma sala com um adulto. O grupo é o lugar em que a habilidade é praticada com quem ela vai ser usada de verdade: outras crianças.
Cada programa é um ciclo fechado: um objetivo, um número definido de encontros e uma devolutiva no final. Não é uma sessão que se repete sem prazo nem uma atividade para ocupar a agenda.
As turmas são formadas por idade e por objetivo de trabalho, e não por diagnóstico. Duas crianças com o mesmo laudo podem estar em programas diferentes, e é a avaliação que diz qual faz sentido para cada uma.
Dois dos programas não são para a criança. Um é para pais e cuidadores, outro para irmãos: quem divide a casa com a demanda também precisa de um espaço próprio.